sábado, 18 de setembro de 2010

Maldito ciúme.

Eu não podia suportar a idéia de que ele a desejasse. Isso me enchia de uma raiva poderosa e impotente. E que raiva. Tinha vontade de matar os dois. Tinha vontade de soluçar histericamente. Me sentia desfigurada pelo ciúme, sentia que meu rosto retorcido e verde, por causa das minhas emoções. Que sentimento mais feio, e tão profundamente inútil. E sem qualquer sentido. Eu não ganharia nada em sentir ciúmes. E o pior é que isso era causado por mim mesma. Era a minha própria imaginação que me provocava a dor. Ciúmes era automotilação. Tão doloroso e inútil quanto.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

I need.

A coisa que eu mais preciso hoje é ter você do meu lado. Um abraço, um sorriso, um olhar. Um beijo, um cheiro, um carinho. Suas palavras ou qualquer outra coisa, mas que venha de você. Preciso te sentir, te tocar, te ver e ter a certeza de que você está bem. Preciso ouvir tua voz rouca dizendo que tudo vai se acertar, que tudo vai melhorar.

É tudo que eu quero, é tudo que eu peço... Do fundo do meu coração.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Com ou sem você.

Eu finalmente descobri que a vida continua sem você, e que o mundo continua girando quando você não está por perto. Agora sim eu estou preparada pra continuar, viver minha vida e te deixar de lado, pra sempre.
Nunca é tarde pra recomeçar a viver.

Acabou.

Incrível, a falta que eu sentia a 15 minutos atrás passou. Assim, em um piscar de olhos. E eu realmente gosto de quando essas coisas acontecem, eu me sinto mais segura sobre o que eu sinto, por mais estranho que pareça.
Só sei que coisas coisas que foram, voltaram e foram novamente, não voltam mais.
Pro nosso bem. Mas não dá pra esquecer nada do que se passou, nem que eu tente. Serviu de lição, e a gente sabe disso. A gente sabe que foi importante. Pelo menos pela minha parte, foi.
É um turbilhão de sentimentos, o passado se juntando com o presente, amor com ódio, saudade, dor, paixão, orgulho, agonia. Não dá pra explicar.

Hoje.

To sentindo tua falta HOJE. Só hoje, não sei porque. Queria te ter do meu lado agora, mas é impossivel. Amanha eu já não sei, e não quero nem saber.
Me peguei pensando em tudo que a gente passou, em você, no teu cheiro, nas tuas roupas e no teu jeito de dizer o quanto me odiava, e que ao mesmo tempo, me amava demais. Enquanto eu estou longe de ti, o tempo parece não passar, o mundo parece não girar mais. Tudo ao meu redor é estranho, do teu lado eu estava tão segura. Queria poder te dizer o quanto eu me arrependo de não ter dado o valor que tu merecia, e o amor que tu tanto precisava.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

True.

O amor é uma doença. Eu sinto náuseas, febres, dores musculares. Eu acordo assustada no meio da noite. Eu choro à toa.

Amém.

Essa coisa bonita de dar sem receber funciona muito bem em rezas, histórias de santos e demais evoluídos do planeta. Mas eu não moro em igreja, não sou santa, não evoluí até esse ponto e só vou te dar se você me der também. Pode rir, é isso mesmo. Não vou fingir ser o que não sou.
Quer me tratar bem? Ótimo. Se não quiser, boa sorte. Não me procure mais! Amor incondicional é muito bonito, mas eu tenho apenas por mim.