sábado, 18 de setembro de 2010
Maldito ciúme.
Eu não podia suportar a idéia de que ele a desejasse. Isso me enchia de uma raiva poderosa e impotente. E que raiva. Tinha vontade de matar os dois. Tinha vontade de soluçar histericamente. Me sentia desfigurada pelo ciúme, sentia que meu rosto retorcido e verde, por causa das minhas emoções. Que sentimento mais feio, e tão profundamente inútil. E sem qualquer sentido. Eu não ganharia nada em sentir ciúmes. E o pior é que isso era causado por mim mesma. Era a minha própria imaginação que me provocava a dor. Ciúmes era automotilação. Tão doloroso e inútil quanto.
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